Home | Quem somos | Contato | Listagem de Salões e Clínicas de Estética! | Produtos e Serviços | Seja nosso REPRESENTANTE | Blog
SGBeauty
Clique para logar no sistema!
CADASTRE-SE
GRÁTIS
Cadastre-se e faça parte de nossa lista de pesquisa. Divulgue seu salão e faça com que ele fique ainda mais conhecido e visível na WEB...

   
Notícias

Home » Eventos » Mercado da beleza só pensa em crescer

08/04/2011

Clique na imagem para ampliar

 

"Diante deste cenário, a exigência por profissionais cada vez mais qualificados é uma necessidade natural".

A frase de João Carlos Basílio, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), resume a saúde dos negócios no mercado da vaidade e bem-estar. "Apesar das dificuldades, as pessoas não vão deixar de escovar os dentes, tomar banho, cuidar do cabelo. Vão continuar usando desodorantes, cremes, etc. A sociedade brasileira, em todas as classes, não abre mão dos cuidados pessoais."
O Brasil é o terceiro maior consumidor de produtos de higiene e beleza, atrás dos Estados Unidos e Japão. Entre os itens que lideram o mercado brasileiro, os produtos para cabelos vêm em primeiro lugar, seguidos pela perfumaria e cosméticos para a pele. Os números impressionam. Segundo Basílio, há mais de uma década o setor cresce num ritmo muito mais rápido que o do PIB brasileiro. "Entre 1996 e 2007, houve um aumento acumulado de 245,5% no faturamento, deflacionado pelos índices da Fipe." Outro lado positivo: o segmento é um dos que mais geram oportunidades de trabalho, dando empregos a 3,4 milhões de pessoas.
 
Um dado relevante que movimenta os negócios no setor da beleza brasileiro é a demanda das classes C, D e E. Segundo a Associação Brasileira de Institutos de Pesquisa de Mercado, atualmente a classe C representa 40% do consumo nacional.

Diante deste cenário, a exigência por profissionais cada vez mais qualificados é uma necessidade natural.
 
Clínicas e spas acompanham crescimento
 
O setor de estabelecimentos de estética e beleza no Brasil no ano passado movimentou mais de R$ 8 bilhões, considerando as vendas de produtos, a prestação de serviços e os estabelecimentos voltados às atividades do segmento. De 2002 a 2009, a atividade cresceu 186%. São 3.460 clínicas devidamente registradas pela Vigilância Sanitária. Mas os números poderiam ser ainda maiores.
Segundo o Sindestética - Sindicato Patronal dos Empregadores em Empresas e Profissionais Liberais em Estética e Cosmetologia do Estado de São Paulo, um levantamento da entidade no Ministério do Trabalho e Emprego mostrou que existem casos da atividade principal declarada ser o setor de beleza, quando na prática é o de estética, o que caracteriza uma distorção, já que os procedimentos estéticos pertencem à área de saúde. De acordo com o sindicato, o mercado conta com mais de 28 mil esteticistas atuantes, das quais 80% são profissionais liberais e empreendedoras individuais, com renda mensal de cerca de R$ 3 mil.

A maior parte das esteticistas, atualmente, tem nível médio de escolaridade, com formação profissional técnica, mas a tendência do mercado é para a formação de nível superior, considerando que o Ministério da Educação reconheceu os cursos de tecnólogo e de bacharel.
Além de atuarem individualmente, em suas clínicas e cabines, com tratamentos tradicionais, também estão compondo equipes multidisciplinares atuando ao lado de fisioterapeutas, nutricionistas e cirurgiões plásticos.
 
Fonte: O Estado de SP e Revista - H&C - Household & Cosméticos
 

   

Todos direitos reservados © Salão de Beleza e Cia
comercial@salaodebeleza.com.br