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Home » Eventos » Produção de cosméticos e venda de produtos na internet viram oportunidades de negócio

22/09/2010

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O comércio eletrônico de cosméticos foi a opção dos empresários Ricardo e Eduardo Murad. Eles montaram uma loja virtual de produtos de beleza.

“Nós vimos que o custo de uma loja virtual é a metade do preço para abrir. E a abrangência também de vendas, o Brasil inteiro e até o mundo para gente poder trabalhar”, conta o empresário Ricardo Murad.

Eles oferecem na loja virtual 500 itens. Entre eles xampus, cremes, perfumes e loções. Os empresários investiram R$2 mil na formatação da loja e R$25 mil em estoque. A empresa funciona em um escritório de 30 metros quadrados. A estrutura é enxuta e trabalham apenas dois funcionários. Com poucos funcionários, sobra dinheiro para estimular parceiros de venda pela internet.

“Um parceiro se cadastra no nosso site, aí ele pode ter acesso a todos os links dos produtos e divulga o produto no site dele. É direcionado para o nosso site todas as vendas efetivadas e ele recebe uma comissão”, explica o empresário Eduardo Murad.
A empresa também tem um esquema de descontos progressivos. A cada R$100 em compras, aumenta o desconto do cliente. Segundo os empresários, a estratégia funciona.

“Em média os valores de compra são de R$150. Isso significa de dois a três produtos na compra”, observa Murad.

Entrega terceirizada

A entrega é terceirizada. No máximo em dois dias, o cliente recebe o produto.
“Comprei um perfume, mas geralmente eu compro mais produtos para aproveitar um único frete”, diz a cliente Thaís da Silva.

A loja virtual fecha 50 pedidos por dia e a expectativa é aumentar em 80% as vendas ainda este ano.

“Hoje todo mundo quer uma estética, hoje todo mundo quer passar perfume, um creme, então é um produto popularizado e já é o segundo colocado de vendas na internet, principalmente cosméticos, perfumes e cabelo”, conta Ricardo Murad.

Cosméticos naturais são tendência

A empresária Carla Strafacci apostou na tendência dos cosméticos naturais. Eles são feitos de óleos, manteiga e extratos de frutas, sementes e folhas.

“Além de cosmético ser realmente um mercado muito bom, crescente, sempre em expansão, a linha natural está muito em voga atualmente. As pessoas estão mais preocupadas com o meio ambiente, então eu aproveitei esse gancho, que é uma coisa que eu acredito, em um mercado que tem tudo a ver para crescer”, diz Carla Strafacci.

O negócio começou com um investimento de R$200 mil. O dinheiro foi usado para comprar matéria prima, fazer testes e desenvolver embalagens.

Carla Strafacci terceiriza a produção em uma fábrica. Assim ela não investiu em maquinário e na montagem do espaço. Ela se concentra na criação e na venda dos produtos. Em um laboratório são desenvolvidos os cosméticos, em parceria com a farmacêutica Gabriela Gadea.

“A gente materializa a intenção do cliente. Se a intenção é um produto natural, nós vamos buscar no mercado as matérias-primas naturais e junto com a legislação fazer o produto de acordo com o que é possível e viável”, conta a farmacêutica.

Aroma e embalagem são importantes

O aroma é essencial na produção de cosméticos. A empresária apostou no cheiro de sobremesas como vitamina de banana, creme de papaia, glacê de pêra e morango.
“Primeiro lugar, ela vai sentir o cheiro, se ela gostar do cheiro já é meio caminho andado”, explica Carla Strafacci.

Outro cuidado é com o visual do produto. Cerca de 40% dos custos vão para embalagem e rótulo.

“Vale mais a pena você comprar um kit com três produtos em uma embalagem diferenciada do que comprar os três produtos individualmente. O kit sai mais barato”, declara a empresária.

A empresa produz 30 mil unidades por mês. Elas são distribuídas para 200 pontos de venda em todo o país. Uma farmácia acaba de comprar o primeiro lote de cosméticos naturais. Neste tipo de comércio é preciso se diferenciar dos concorrentes.

Estratégia de marketing diferenciada

A venda ao consumidor final é um dos trabalhos mais difíceis. É necessário ter uma boa estratégia de marketing para se diferenciar dos outros produtos e se tornar o preferido do consumidor.

Na prateleira, a briga é por centímetros para a exposição dos cosméticos. O importante é que eles fiquem à altura dos olhos do consumidor. Para Nelson de Paula, gerente de marketing da farmácia, o produto tem tudo para estar entre os mais vendidos da rede.

“Eu acho que foi uma aposta mútua entre nós e o fornecedor. Conseguimos fazer uma coisa bem adequada para ambos e que deve beneficiar o nosso cliente”, diz o gerente de marketing da farmácia, Nelson de Paula.

“É uma troca. Nós oferecemos realmente fazer bastante publicidade. Então, quando você oferece uma visibilidade grande, suficiente para que a rede veja que vai ter giro do produto, você consegue destaque na gôndola”, conta a empresária Carla Strafacci.

Fonte: Site PEGN


   

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