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Home » Notícias » Brasil está prestes a se tornar o segundo maior mercado de produtos de beleza

09/10/2013

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O Brasil, apesar de ser somente a sétima maior economia do mundo, está prestes a se tornar o segundo maior mercado para produtos de beleza, atrás apenas dos EUA. A quantidade de mulheres brasileiras gastando com esses cuidados vem crescendo fortemente há anos e agora corresponde aos gastos das  britânicas,  embora os seus rendimentos disponíveis sejam  bem menores.

O mundo acordou para o potencial brasileiro. As vendas de grandes empresas globais, como Unilever e Procter & Gamble estão crescendo rapidamente no Brasil e as marcas de luxo, como l’Occitane, estão chegando. Mas o país também dispõe de um setor de beleza nacional que domina as prateleiras. A Natura tem uma quota de 13,4% dos cosméticos, perfumes e higiene do mercado brasileiro, com clientes em 60% de todas as famílias. Já é a 20ª marca de cosméticos mais valiosa do mundo, segundo a Brand Finance,  apesar de quase 90% de suas vendas serem domésticas e quase não atuar fora da América Latina. Agora ela pretende levar sua marca para outros países.

A Natura era verde antes da onda de ecologia se tornar chique, e tinha um cuidado especial com a beleza afro-descendente antes  que as empresas norte-americanas ou europeias tivessem notado sua existência no mercado. Segundo Alessandro Carlucci, presidente da Natura, a empresa é semelhante em alguns aspectos a The Body Shop, uma empresa de cosméticos verde que começou a vida na Grã-Bretanha, embora Natura estivesse anos à frente. A grande diferença é que a The Body Shop pega e mistura produtos de todo o mundo, ao passo que a Natura se limita a produtos encontrados no Brasil. Setenta porcento de seus cosméticos são à base de plantas , e cerca de 10% vêm da Amazônia, comprados  de cooperativas de moradores e tribos indígenas.

Campeãs nacionais

 

A Natura floresceu mesmo após a abertura do mercado interno para concorrentes estrangeiras, assim como outras marcas nacionais. O Boticário é o principal rival da Natura. Hering é a segunda maior empresa da América Latina de roupas. Riachuelo em breve estará presente em todos os estados brasileiros. A loja de departamento Renner tem sua própria linha de roupas populares. Melissa e Havaianas tornaram chique  sapatos baratos e simples em climas tropicais.

Enquanto o mercado estava expandido fortemente, tudo estava bem. Mas agora, todas essas empresas enfrentam o mesmo desafio. Uma economia lenta, consumidores endividados e a impossibilidade do truque da década passada, quando 35 milhões de novos consumidores expandiram seu poder de compra com a emergência da classe média.

O exemplo da Havaianas mostra o que as marcas que enfrentam uma desaceleração no Brasil podem fazer para melhorar a sua sorte. A empresa já estava fornecendo quase todo o mercado de chinelos no Brasil na década de 1980. Ela continuou a crescer fortemente e então começou a se mover para o exterior. Natura foi inicialmente retida pela dificuldade de venda direta em um novo mercado, onde os vendedores freelancer não as conhecia. As vendas em vários outros países latino-americanos estão agora aumentando, embora a marca ainda precisará de uma nova abordagem para desbravar outros continentes.

Na corrida mundial,  as marcas brasileiras irão se beneficiar de uma vantagem competitiva além da abundância de matérias-primas do país: a sua reputação de ser um país estiloso. Pesquisadores de mercado dizem que, embora alguns consumidores internacionais não saibam muito sobre o país, sentem-se atraídos por ele e acham que os brasileiros são bonitos. Eles também associam o Brasil com a biodiversidade e a floresta tropical, uma vantagem óbvia para uma empresa chamada Natura, que utiliza ingredientes da Amazônia.

 Fonte: http://opiniaoenoticia.com.br/economia/negocios/brasil-esta-prestes-a-se-tornar-o-segundo-maior-mercado-de-produtos-de-beleza/

 


   

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